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27/1/2010
Ernst & Young: falta de diversidade é regra nas companhias globais

O estudo The Global Mindset: driving innovation through diverse perspectives mostra que companhias operando em mais de 25 países, geralmente, têm menos de 5% das lideranças seniores baseadas fora do país-sede, indicando que as empresas pecam na diversidade de pensamento e cultura.

A pesquisa, realizada com 520 executivos seniores de companhias globais, destaca como a inovação é fomentada pelo choque de ideias originárias de perspectivas diversas. A versão completa do relatório está disponível no link.

“A crise econômica exige que repensemos as maneiras como os negócios têm sido conduzidos”, destaca James Turley, CEO global da Ernst & Young. “No topo da lista do que deve ser examinado está a conexão entre diversidade no pensamento e inovação. As lideranças corporativas precisam pensar sobre como uma falta de perspectivas diversificadas – tanto no nível de direção das organizações quanto no individual – pode afetar os planos de crescimento global, novos produtos ou fusões e aquisições.”

O estudo argumenta que a visão tradicional de diversidade (pela ótica de gênero ou raça) é muito estreita e deveria abrigar outras diferenças, como repertório cultural, geração, educação, habilidades, personalidades e experiências de vida. Nas entrevistas com acadêmicos e gestores de negócios, a Ernst & Young identificou quatro princípios que os líderes devem considerar:

• Captar a mentalidade: focar-se na liderança transformadora e pensar no que realmente é necessário para uma mudança cultural na organização.

• Criar um espectro de talentos: proativamente desenvolver equipes diversas, encontrando talentos em lugares inesperados.

• Antecipar a próxima grande ideia: alavancar a diversidade de pensamento e capacidade para identificar novos produtos e serviços.

• Entender que o consenso nem sempre é desejável: choques saudáveis de ideias podem favorecer o desenvolvimento da companhia. Para que sejam efetivos, precisam ser moderados por uma gestão intercultural e inclusiva.

 “Todos sabemos que a inovação é crítica para a recuperação econômica”, observa a vice-presidente global de políticas públicas, sustentabilidade e integração com stakeholders da Ernst & Young, Beth Brooke, que é considerada há três anos consecutivos uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes.

A executiva, que esteve no Brasil no ano passado, quando foi protagonista de um encontro com as lideranças femininas do Lidem – Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, reforça a importância dessa transformação. “No atual ambiente, lideranças com uma mentalidade verdadeiramente global, capazes de integrar perspectivas diversas, serão as mais bem-posicionadas para conduzir a inovação, com sucesso, a longo prazo”.

Sobre a Ernst & Young
A Ernst & Young é líder global em serviços de auditoria, impostos, transações corporativas e gestão de riscos. Em todo o mundo, somos 144 mil pessoas unidas pelos mesmos valores e compromisso com a qualidade. Nós fazemos a diferença ajudando nossos colaboradores, clientes e as comunidades onde atuamos a atingirem todo seu potencial. Para mais informações, visite o site www.ey.com.br.

Fonte: FSB Comunicações

 
 
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