O estudo The Global Mindset: driving innovation through diverse
perspectives mostra que companhias operando em mais de 25 países,
geralmente, têm menos de 5% das lideranças seniores baseadas fora do país-sede,
indicando que as empresas pecam na diversidade de pensamento e cultura.
A pesquisa,
realizada com 520 executivos seniores de companhias globais, destaca como a
inovação é fomentada pelo choque de ideias originárias de perspectivas diversas.
A versão completa do relatório está disponível no link.
“A crise
econômica exige que repensemos as maneiras como os negócios têm sido
conduzidos”, destaca James Turley, CEO global da Ernst & Young. “No topo da
lista do que deve ser examinado está a conexão entre diversidade no pensamento
e inovação. As lideranças corporativas precisam pensar sobre como uma falta de
perspectivas diversificadas – tanto no nível de direção das organizações quanto
no individual – pode afetar os planos de crescimento global, novos produtos ou
fusões e aquisições.”
O estudo
argumenta que a visão tradicional de diversidade (pela ótica de gênero ou raça)
é muito estreita e deveria abrigar outras diferenças, como repertório cultural,
geração, educação, habilidades, personalidades e experiências de vida. Nas
entrevistas com acadêmicos e gestores de negócios, a Ernst & Young
identificou quatro princípios que os líderes devem considerar:
• Captar a
mentalidade: focar-se na liderança transformadora e pensar no que realmente é
necessário para uma mudança cultural na organização.
• Criar um
espectro de talentos: proativamente desenvolver equipes diversas, encontrando
talentos em lugares inesperados.
• Antecipar a
próxima grande ideia: alavancar a diversidade de pensamento e capacidade para
identificar novos produtos e serviços.
• Entender que o
consenso nem sempre é desejável: choques saudáveis de ideias podem favorecer o
desenvolvimento da companhia. Para que sejam efetivos, precisam ser moderados
por uma gestão intercultural e inclusiva.
“Todos sabemos que a inovação é crítica para a
recuperação econômica”, observa a vice-presidente global de políticas públicas,
sustentabilidade e integração com stakeholders da Ernst & Young, Beth
Brooke, que é considerada há três anos consecutivos uma das 100 mulheres mais
poderosas do mundo pela revista Forbes.
A executiva, que
esteve no Brasil no ano passado, quando foi protagonista de um encontro com as
lideranças femininas do Lidem – Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, reforça
a importância dessa transformação. “No atual ambiente, lideranças com uma
mentalidade verdadeiramente global, capazes de integrar perspectivas diversas,
serão as mais bem-posicionadas para conduzir a inovação, com sucesso, a longo
prazo”.
Sobre a Ernst & Young
A Ernst & Young é líder
global em serviços de auditoria, impostos, transações corporativas e gestão de
riscos. Em todo o mundo, somos 144 mil pessoas unidas pelos mesmos valores e
compromisso com a qualidade. Nós fazemos a diferença ajudando nossos
colaboradores, clientes e as comunidades onde atuamos a atingirem todo seu
potencial. Para mais informações, visite o site www.ey.com.br.
Fonte: FSB Comunicações